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Por um Futuro Melhor!

"A Responsabilidade de ter olhos, quando muitos o perderam!"


Sejam Todos Bem-vindos!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A Diplomacia Vegana

O QUE É DIPLOMACIA VEGANA?

A diplomacia é a arte de honrar seus próprios princípios éticos e sua consciência social sem julgar, condenar ou ofender outra pessoa. Depende em grande medida de uma comunicação eficaz. Como as pessoas que seguem um estilo de vida vegano aspiram a praticar a "inofensividade", para ser um diplomata vegano é preciso evitar insultos, desprezo e intimidação em sua interação com os outros.

Numa sociedade que explora animais para tudo, da pasta de dentes ao lazer, é possível ser um vegano diplomático?

Sim. E é não apenas possível; é um conjunto valiosíssimo de habilidades que um vegano deve adquirir. Enquanto ser vegetariano, muitas vezes por razões de saúde, é amplamente compreendido e aceito, tornar-se vegano é como trazer um desafio de nível mais alto, porque é quase inevitável que surjam considerações éticas. Algumas pessoas respeitarão sua decisão e sua integridade pessoal. Outras provavelmente vão sentir-se ameaçadas, seja qual for a sua intenção.

Sua clareza, entusiasmo e humor gentil também serão importantes para estimular as pessoas sem que elas se sintam julgadas ou, de alguma forma, ameaçadas. No entanto, há ocasiões em que você deve optar por não ser diplomático, e não há problema algum nisso. Talvez um colega tenha esfregado aquele bife imenso na sua cara pela última vez. Todos já fomos submetidos a comentários ou ações impensados que nos isolam, ridicularizam ou ofendem. Quando isto acontece, é muito tentador ser bem antidiplomático em nossa reação. Às vezes é isso mesmo que é necessário para que o outro lado realmente escute o que você está dizendo.

Saiba que não há jeito certo nem errado de lidar com cada uma das situações desagradáveis. Tanto a gentileza quanto o choque podem ser eficazes na comuniçação de pensamentos e sensações. No entanto, considere o porquê de outras pessoas reagirem de forma tão negativa por você ter-se tornado vegano. Talvez seja porque isso as obriga a examinar suas próprias opções quando têm tantas outras coisas em que pensar, o que as torna muito defensivas ou as deixa pouco à vontade.

Esta situação e este desafio estão presentes nas palavras do dr. Albert Schweitzer, um dos maiores humanitários de todos os tempos:

"O homem capaz de pensar deve opor-se a todos os costumes cruéis, não importa quão profundamente enraizados na tradição e cercados por um halo. Quando tivermos opção, devemos evitar levar tormento e dor à vida de outrem, mesmo à criatura mais reles; mas fazê-lo é renunciar à nossa virilidade e suportar uma culpa que nada justifica."

COMO DOMINAR A ARTE DA DIPLOMACIA

Então como é que a gente se torna um vegano diplomático? Basta lembrar a si mesmo que ser vegano é, na verdade, reverenciar a vida. Recorde a essência do Ahimsa, citada no capítulo 1 - inofensividade dinâmica. É a participação ativa para não prejudicar e não ferir seres humanos e animais. Com estes princípios a guiar suas palavras e ações, a diplomacia torna-se automática. Contudo, para muitos de nós a diplomacia não vem com tanta naturalidade. Se você está entre os "diplomaticamente prejudicados", eis aqui algumas diretrizes simples que talvez lhe sejam úteis.

Diretrizes para os diplomaticamente prejudicados

Não façais aos outros... Você já sabe. Vamos admitir, esta é a regra de ouro e o núcleo da diplomacia. Se você quer que seu irmão respeite suas convicções mais profundas a respeito de questões animais, terá de respeitar convicções mais profundas dele sobre religião, política ou o que quer que o apaixone. (Isso não significa que vocês tenham de concordar!)

Não julgue. Julgar implica aprovar ou desaprovar convicções, afirmações etc. de alguém. Em geral assume a forma de crítica, xingamento, rotulagem ou análise. Quando você faz isso, sabota a comunicação e, em geral, acaba tornando a outra pessoa defensiva ou ressentida. Os julgamentos geralmente envolvem frases com "você", tais como: "Você tem a mente tão fechada." Em vez disso use frases com "eu", como "Sinto-me ignorado quando você deixa de prestar atenção em mim toda vez que falo sobre alimentos animais." Frases afirmativas com "eu" ajudam a transformar expressões muito negativas em demonstrações honestas de seus sentimentos e sensações.

Evite a mentalidade "Sou bom, você é mau". Quando você classifica as pessoas em "boas e más" ou "santos e pecadores", sabota todas as oportunidades de comunicação eficaz. Moralizar raramente resulta em outra coisa senão resistência. A maioria das pessoas deseja, sinceramente, fazer a coisa certa, mas nem sempre isso é fácil, dadas suas circunstâncias atuais. Sempre dê às pessoas o benefício da dúvida, e aprecie o bem que fazem.

Ouça com o coração. Muita gente pode escutar, poucas ouvem de verdade. Ouvir envolve mais que o processo fisiológico sensorial que envia mensagens auditivas ao cérebro. Exige um passo adiante rumo ao coração, onde ocorre o envolvimento psicológico com a outra pessoa. Ouvir com eficácia envolve refletir de volta os pensamentos e sensações da pessoa com quem você fala, mas também significa estar atento, ter contato visual apropriado, ter noção de sua linguagem corporal e não questionar tudo o que é dito. Ouvir com o coração lança as bases da confiança e do respeito entre duas pessoas.

Seja determinado. Determinação é proteger seu espaço pessoal e seus compromissos éticos e sociais de uma forma que não seja destrutiva para você ou para outras pessoas. Ela lhe permite viver sua própria vida, defender-se e atender a suas necessidades, respeitando, ao mesmo tempo, os que o circundam. Ser determinado é bem diferente de ser submisso, atitude que indica que você na verdade não importa e que seus sentimentos não têm significado. As pessoas submissas podem exprimir-se, mas fazem-no como se pedissem desculpas e, como resultado, raramente são levadas a sério. Em contraste, os indivíduos agressivos exprimem seus sentimentos às custas dos outros. Freqüentemente são considerados controladores, rudes, dominadores, violentos ou ofensivos. A agressão só serve para alienar as pessoas. Ela cria medo, hostilidade e raiva, e não encoraja as pessoas a levarem em conta seu ponto de vista.

Seja genuíno. Ser genuíno significa ser autêntico; é exatamente o contrário de ser falso. A genuinidade significa ter consciência de seus próprios sentimentos, aceitar esses sentimentos e compartilhá-los de forma responsável. Quando você é genuíno, permite que as pessoas se liguem a você num terreno sem arestas. Você remove a ameaça e o medo de sua interação.

Cultive a empatia. A empatia é importantíssima para compreender verdadeiramente outra pessoa. Ela lhe permite pôr-se no lugar do outro ou ver por meio de seus olhos, sem perder o senso de si mesmo. A empatia exige sensibilidade. Ela faz com que as pessoas sintam-se aceitas e compreendidas. Promove mudanças construtivas. Quando alguém age ou pensa diferente de você, pode haver a tentação de distanciar-se; no entanto, é a conexão que encoraja a mudança. Empatia é diferente de simpatia; esta última coloca o receptor numa posição inferior.

Comemore todos os pequenos passos na direção certa.
Todos nós estamos em posições muito diferentes na vida. Para alguns, a idéia de abandonar totalmente os sorvetes parece insuportável. Para outros, evitar a quantidade mais minúscula de subprodutos animais no pão ou no xampu é como uma segunda natureza. Se queremos encorajar uma mudança maciça da tendência dominante rumo às dietas baseadas em vegetais, temos de encorajar cada passinho das pessoas na direção certa. Em vez e nos concentrarmos em sua incapacidade de recusar as panquecas de morango da tia Edite, precisamos comemorar seu sucesso ao trocar o leite de vaca por leite de soja. Quando alguém lhe diz que quase não come mais carne (mesmo que você saiba que essa pessoa vai ao McDonald's duas vezes por semana), reconheça que ela está tentando conectar-se a você. Agarre a oportunidade para compartilhar com ela alguma história edificante, ou ofereça-se para emprestar-lhe um livro. Construir pontes funciona muito melhor do que queimá-las quando seu objetivo é ajudar as pessoas a cruzarem o rio para o seu lado.

Transforme seu exemplo em seu aliado mais poderoso.
De todas as ferramentas à sua disposição, nenhuma é tão poderosa quanto seu exemplo. É difícil alguém defender que a dieta vegano é perigosa quando você é a única pessoa do escritório que não tem um problema grave de saúde, tal como pressão alta, colesterol alto ou diabete. Os mitos sobre os problemas os veganos para obter proteína vão evaporar se você for a pessoa com melhor preparo físico de seu círculo de amigos ou de colegas de negócios. Em vez de tentar convencer alguém de que os alimentos veganos são deliciosos, convide-o para jantar ou traga algo especial para a festa da empresa. É espantoso o que se pode conseguir sem dizer quase nada.

Explique as coisas com respeito.
Dizer às pessoas que você não come nem usa produtos animais pode ser uma tarefa atemorizante. A comida é o ponto central na maioria das comemorações e tradições. Compartilhar uma refeição é uma forma importante de ligar-se aos outros. Os membros da família podem temer que você esteja rejeitando ou condenando os valores com os quais foi criado. Seus amigos podem sentir-se pouco à vontade porque não sabem mais como relacionar-se com você. Sua opção alimentar pode provocar uma série de sentimentos, incluindo culpa, tristeza e raiva. Mas com o tempo sua revelação pode levar a uma nova intimidade e um compartilhamento mais profundo do que nunca. A chave do resultado positivo é o respeito. Ainda que seu mundo seja quase totalmente não vegano, está povoado de gente que tenta, a seu próprio jeito, fazer do mundo um lugar melhor. Se você quer partilhar com os outros suas descobertas, vai ajudar se você também reservar tempo e espaço para as respostas deles e para a expressão de seus valores mais profundos. Essas sugestões podem ajudar.

  • Escolha uma hora em que ambos estejam relaxados e de bom humor, em vez do momento em que acabaram de discordar ou estão cansados.
  • Se a comunicação verbal for difícil, escreva uma carta bem meditada.
  • Compartilhe o que se relaciona ao seu compromisso e como ele afeta sua vida.
  • Torne mais fácil as refeições em comum: leve sua própria comida, ou preparem juntos refeições veganos.
  • Informe aos outros o que você come e o que você não come. Uma lista, verbal ou escrita, pode incluir: Como cereais, legumes, frutas, feijões, tofu, substitutos veganos da carne, nozes, castanhas e sementes. Não como carne bovina, aves, peixe, laticínios, ovos, gelatina e mel.
  • Mudanças no coração e na alma raramente acontecem do dia para a noite, mas acontecem. Exprima sua satisfação com a consideração demonstrada pela outra pessoa a seu respeito.

SITUAÇÕES ENROLADAS

Não há dúvida que você vai se ver em situações que são um pouco mais que desconfortáveis. Sua reação vai depender, pelo menos em parte, do ponto em que você está no caminho para tornar-se vegano. Com o tempo, você vai se transformar num especialista em vários tipos de situação. De início você pode apenas evitar tudo o que seja claramente derivado de animais, como o queijo do macarrão ou os ovos da salada. Mais tarde, você pode dar mais atenção aos rótulos dos alimentos, e eliminar também subprodutos animais, como a caseína do queijo de soja. Você pode optar por só comer alimentos veganos em casa, mas não ser tão cuidadoso quando jantar fora. Finalmente, você pode decidir que prefere passar fome a comer qualquer coisa que tenha o menor traço de produto animal. As seguintes situações são familiares a quase todos nós, de um jeito ou de outro. As opções sugeridas não pretendem ser respostas certas ou erradas, mas sim escolhas que podem ser adaptadas à sua situação.

Os ingredientes animais ocultos ou nem tanto

Sua tia convidou-o para almoçar na casa dela. Ela lhe garante que toda a comida será vegano e serve uma deliciosa sopa de legumes e pão feito em casa. Você come com prazer o seu almoço e está na última colherada de sopa quando percebe um pedaço de galinha no fundo do prato. Quando você lhe pergunta o que é isso ela diz: "Espero que não se importe, achei melhor jogar na sopa um ossinho de galinha. Não é carne de verdade, é só um ossinho." Você...

a) diz a ela que não se preocupe, e passa a evitar todas as atividades com esta tia que sejam ligadas a comida;

b) grita com ela para que nunca mais cometa este erro;

c) diz a ela que veganos não comem nenhum resíduo de carne e dá a ela algum bom material para leitura.

RESULTADO PROVÁVEL:

a) Dizer a ela que não se preocupe: Ela continuará sem entender o que é esse troço de ser vegano e/ou a acreditar que é apenas mais uma dieta da moda. Você tem de avaliar a situação segundo a personalidade da pessoa com quem está lidando. Se acredita que não adianta o que você faça ou diga porque nada mudará a forma com que ela vê as coisas, então esta opção é razoável.

b) Gritar com ela: Ela vai pensar que você é um ingrato e vai riscar você do seu testamento. Xingar só serve para afastar sua tia, colocá-la na defesa o tempo todo e pode até causar divisão na família.

c) Explicar o que é vegano: Ela compreenderá um pouco melhor o que é ser vegano e apreciará sua dedicação à causa. Pode até sentir-se inspirada a mudar para uma dieta baseada em mais vegetais depois de ler textos adequados.

Ser determinado mas respeitoso é sua melhor escolha neste tipo de situação. Para evitar perder completamente a parada, faça consigo mesmo um rápido exercício de empatia. Por que acha que sua tia usou um osso de galinha na sopa que ela chamou de "vegano"? Acha que foi um ato de maldade ou só ignorância da parte dela? Suponha que suas intenções tenham sido as melhores possíveis. Ela queria mesmo almoçar com você. Por que pôs o osso na sopa? Provavelmente porque temia que, caso não usasse o osso, a sopa não ficasse suficientemente gostosa para seu convidado. Você só precisa explicar-lhe que toda carne, inclusive subprodutos da carne, são inaceitáveis para você, e dizer-lhe por quê. Faça isso com jeitinho. Ofereça-se para lhe emprestar um vídeo ou um livro, para que ela compreenda melhor a sua opção.

Feliz aniversário!

Há duas semanas, quando começou no novo emprego, você decidiu que evitaria divulgar imediatamente seu programa de defesa dos animais (mas esperaria cerca de um mês, até que gostassem de você). Você nunca suspeitou que seu chefe iria procurar o dia do seu aniversário na sua ficha de inscrição. Naquele dia especial, todos no escritório o surpreendem com um enorme e lindo bolo com seu nome escrito. Seus colegas acendem as velas e começam a cantar "Parabéns pra você". Você...

a) come o bolo e não diz nada;

b) diz a eles que está com dor de barriga e pede para levar um pedaço do bolo para casa;

c) conta a eles que está muito feliz com a lembrança, mas que é vegano.

RESULTADO PROVÁVEL:

a) Comer o bolo: Depois virá o sorvete, e aí o frango assado. Já entendeu, né? Você pode escolher esta opção caso não se incomode de comer um tiquinho de ovos e laticínios de vez em quando. Contudo, se quer evitar os produtos animais comer o bolo será um tiro pela culatra. Ao não revelar aos colegas que você não quer comer esses alimentos, dirá que sua escolha não tem importância. Estará sendo submisso e não determinado, e isso vai sabotar sua integridade e o respeito dos colegas por você.

b) Dor de barriga: Você vai comprometer a confiança e o respeito que os colegas sentem por você. Ser desonesto a respeito de suas crenças éticas sugere que você tem vergonha delas, sente-se embaraçado ou não está certo delas. A honestidade é importante para conquistar o respeito, parte essencial das conexões com outras pessoas.

c) Você é vegano: Seus colegas podem surpreender-se, mas vão gostar que tenha sido honesto com eles desde o princípio. Se você está realmente resolvido a ser vegano, esta é sua única opção. A maneira de dar a notícia é importante. Em primeiro lugar, agradeça o presente e a amizade de seus colegas. Admita que errou ao não lhes dizer nada antes, talvez rindo ou brincando. Não vão sentir-se rejeitados quando sentirem seu entusiasmo genuíno e quando você desviar a atenção do bolo para o círculo de pessoas à sua volta.

Jantar de Ação de Graças

Na sua família, o jantar de Ação de Graças é um grande acontecimento. No passado, sempre envolvia um peru de 9 quilos, acompanhamentos, molho de cranberry, purê de batatas, caçarola de batatas-doces, molho de carne, couve de Bruxelas, cenouras caramelizadas, salada Waldorf, picles feitos pela mamãe, torta de abóbora e creme batido. Só dois itens sempre foram veganos: os picles e o molho de cranberries! Até a couve de Bruxelas é regada com manteiga. Ficou desconfortável para você participar da refeição. Vários amigos veganos se reúnem para celebrar a vida com uma abóbora recheada ou com um "peru" de tofu; este ano você preferiria passar com eles o dia de Ação de Graças. Você...

a) vai ao jantar da família porque sabe que seus pais ficarão zangadíssimos se você não aparecer. Leva sua marmitinha e pede à mamãe para deixar de lado umas batatas e couves de Bruxelas antes de colocar o leite e a manteiga;

b) vai ao jantar da família, mas leva um prato principal (abóbora recheada ou "peru" de tofu), molho vegetariano e salada;

c) diz à família que não se sente bem participando de refeições com carne como prato principal, mas que gostará de participar de atividades sem comida;

d) diga que vai participar do jantar de Ação de Graças dos amigos, mas que adoraria fazer uma visitinha.

RESULTADO PROVÁVEL:

a) Ir e levar marmita: Você vai se sentir mal, a família vai perceber seu mal-estar e todos ficarão pouco à vontade. As refeições familiares estão entre as situações mais difíceis de enfrentar, seja Ação de Graças, Páscoa, Natal, Hanukah, aniversário ou bodas de alguém ou outras reuniões de família. É compreensível que você queira participar desses eventos e ao mesmo tempo honrar seus direitos e valores. Pense em coisas que o deixarão mais à vontade. Isso ajudará sua família a respeitar seus compromissos éticos.

b) Ir de qualquer jeito, mas levando deliciosa comida vegano: Isso pode lhe dar a sensação da comemoração e impressionar seus parentes com o sabor delicioso da sua comida. Será um bom meio-termo caso você se disponha a participar de uma refeição na qual se serve carne. (Caso contrário, esta não é uma opção viável.) Ao dar uma boa contribuição, você não se sentirá isolado e carente. Sua família conhecerá a maravilhosa comida vegano, pode acrescentá-la a futuras festas ou mesmo, com o tempo, vir a preferir pratos veganos. Esta opção mantém as portas abertas e pode atingir sua família de um jeito que você nunca sonhou.

c) Ninguém mais come com você: Isso pode causar algumas dificuldades no relacionamento familiar e ser considerado uma rejeição pessoal. Para alguns veganos, é a única opção com a qual conseguem conviver. Você conhece sua família suficientemente bem para adivinhar como é que vão reagir. De início pode parecer que, para comemorarem juntos, você terá de ficar perto da carne. No entanto, podem surgir soluções: comida judaica vegano durante o Hanukah, comida chinesa vegano na véspera de Natal ou no Ano Novo ou um lanche de Páscoa com waffles veganos, molhos de frutas frescas e um passeio depois. Há muitas formas de mostrar à família como ela é importante para você.

d) Jantar com amigos este ano. Você vai sentir-se menos estressado e sua família também ficará bem. Isso depende tanto da maneira como você diz as coisas quanto daquilo que você diz. Ao contar à família os seus planos, seja positivo e genuíno. Compartilhe seu entusiasmo com esta comemoração vegano. Fale-lhes do cardápio e de sua contribuição. Às vezes, parentes mais velhos podem ser incluídos nesta refeição ou numa futura ida a um restaurante vegetariano. Eles podem ficar muito contentes de encontrar seus amigos.

Transição difícil para uma dieta vegana

Há dois meses, do dia para a noite, você se tornou praticamente vegano depois de comparecer a uma palestra sobre a ética da alimentação. Antes disso, Sarah, sua filha de nove anos, foi criada como qualquer outra criança não vegetariana. Seus alimentos favoritos são sundaes, McNuggets, batatas fritas, pizza de presunto com abacaxi e refrigerante sabor laranja. Sarah entende por que você quer ser vegano, mas não ficou muito satisfeita com a comida. Ela não gosta do leite de soja que você compra, por isso come seus flocos de milho puros. E não gosta do tofu que você põe no molho do espaguete, por isso come o espaguete puro também. Você está preocupado porque, embora a saúde tenha sido parte da razão que o levou a tornar-se vegano, a dieta de Sarah está pior do que antes. Pelo menos, quando havia leite e carne na geladeira Sarah ingeria cálcio e proteína. Ela vem pedindo a você que compre queijo e leite para ela comer com seus flocos de milho. Você...

a) Concorda em comprar leite e queijo sem renina para ela;

b) Diz que ela pode comer o que gosta quando sair, mas que a comida em casa é estritamente vegano;

c) recusa-se a permitir que ela coma qualquer tipo de alimento de origem animal.

RESULTADO PROVÁVEL

a) Comprar leite e queijo: Sarah está mais satisfeita; mas você não está nada contente de comprar e ter em casa alimentos que não são veganos. É difícil para qualquer um fazer uma mudança súbita, e ainda mais difícil quando a escolha não é da pessoa. Permitir a Sarah ajustar-se seguindo seu próprio ritmo vai ajudá-la a sentir-se menos ressentida. Há uma boa possibilidade de que, daqui a algum tempo, Sarah abandone esses alimentos. Embora seus sentimentos estejam confusos, é importante que Sarah tenha o controle de suas opções alimentares.

b) vegano em casa: Sarah pode querer comer fora mais vezes; no entanto, você pode contrabalançar isso incorporando pratos veganos novos e gostosos em sua dieta cotidiana. Isso dá a Sarah algum controle sobre suas opções e ela vai apreciar que você respeite seus direitos. Para tornar mais fácil a transição:

  • Faça versões vegano de seus pratos prediletos. Em vez de flocos de milho, compre pãezinhos, manteiga de amendoim ou nozes e geléias de frutas; em algumas manhãs faça panquecas vegano, tofu mexido, bacon vegetariano, bolinhos recheados de frutas, salada de frutas ou Quick Shakes (página 240). Use peru vegetariano, carne de soja à bolonhesa ou presunto de soja nos sanduíches. Para o lanche da escola mande nozes, frutas secas, pudim ou iogurte de leite de soja. "veganoize" seus pratos prediletos usando carne de soja em vez de tofu no molho do espaguete e nas tortas de carne. Experimente os hambúrgueres vegetarianos (conhecemos mais de 30 tipos diferentes), salsichas vegetarianos e pãezinhos frescos. Faça batatas fritas de forno e legumes frescos com molho como acompanhamento. Compre tofu marinado e asse-o no forno até ficar crocante.
  • Encoraje Sarah a se tornar sua ajudante na cozinha. Isso vai ajudar a aumentar seu interesse e seu prazer com a comida.
  • Não exagere ao eliminar os alimentos divertidos. Já é duro o bastante ser quase vegano no meio de amigos que adoram cheeseburger; ajude-a a descobrir opções veganos nos shoppings: batatas fritas, pasta de grão de bico, panquecas de verdura.


c) vegano sem opção - Sarah vai sentir-se muito ressentida com seu novo estilo de vida e talvez se revolte contra ele. Você já sabe como é. Grandes ou pequenas, as pessoas não gostam de ser controladas. Proibir seus alimentos prediletos pode torná-los mais atraentes. Provavelmente será melhor chegar a um acordo com o qual vocês dois possam conviver. Certamente você encontrará muitas variações desses desafios. Com a experiência, sua habilidade de reagir vai aumentar. Por sorte, o mundo está se tornando mais amigável para os veganos, oferecendo uma miríade de recursos descritos nas páginas 270 a 273.

Idéias finais

Quando suas escolhas cotidianas são feitas com reverência pela vida e respeito pela ligação entre todas as coisas, este mundo torna-se um lugar melhor. É simples assim.


Tradução: Beatriz Medina


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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dia Mundial do Coração!


28 de setembro DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO. Você deixa diversos corações pararem de bater achando que vai ajudar o seu? Que ironia!


Você é o que você come!



Interessante a hipótese que se possa programar a qualidade de vida de uma pessoa a partir do útero. Escolha o que é certo! Informe-se!

domingo, 27 de setembro de 2009

Semana Vegetariana Mundial



Apelo à Ação
De 01 a 07 de Outubro de 2009 irá decorrer a Semana Vegetariana Mundial. Inúmeras organizações, espalhadas por vários países, juntam-se a este movimento para promover um estilo de vida mais saudável, mais humano e ambientalmente sustentável. Você está também convidado a participar!

Porquê a Semana Vegetariana?

Com relatórios praticamente diários sobre secas severas, inundações, tempestades e incêndios, e com cientistas ambientais prevendo o aumento da temperatura, é urgente corrigir o mundo do seu atual percurso insustentável como forma de evitar uma enorme catástrofe. Vários relatórios têm demonstrado a contribuição significativa das dietas baseadas em animais para o aumento do aquecimento global, sendo essencial considerar uma mudança nas dietas como prioridade mundial.

Todos os dias são excelentes dias para sermos vegetarianos conscientes e saudáveis, mas os dias 1 a 7 de Outubro são uma boa oportunidade para redobrar os nossos esforços e campanhas no sentido de um mundo melhor:

· 01 de Outubro, Dia Mundial do Vegetarianismo

· 04 de Outubro, Dia Mundial do Animal

>> Como participar da Semana Vegetariana

domingo, 13 de setembro de 2009

Mc crueldade Lanche INFELIZ

O que tem dentro de uma caixinha do Mc Donald's?
Clique na imagem e acompanhe o video.


Considerada uma das empresas mais duvidosas do mundo ela vai oferecer parte de seus lucros para combater o problema que, segundo pesquisas, eles mesmos ajudam a multiplicar: o câncer. Diante de tamanha hipocrisia muitas pessoas no Brasil e no mundo fazem diferentes tipos de protestos para mostrar que nem todos caem no papinho de “somos bonzinhos, ajudamos crianças com câncer”.

O Grupo Gala /veganvix.blogspot.com/, de Vitória, Espírito Santo, foi super gentil e cedeu um de seus folhetos para que todos os leitores do Vista-se tenham em mãos um material com informações relevantes para entregar aos frequentadores desta lanchonete e para os pessantes.

A ideia é imprimir e panfletar nas unidades “rubro-amarelas” espalhadas pelo país. Protestar pacificamente na rua não é crime, em silêncio você pode distribuir os folhetos sem ser incomodado por ninguém. Junte o seu pessoal.

Fabio Chaves

Fonte: www.vista-se.com.br

Sábado, dia 29 de agosto de 2009, diversos protestos marcaram o Mc Dia Infeliz do Mc Donalds, onde esta cadeia de restaurantes num total contrasenso, que vende alimentos cancerígenos, faz uma hipócrita campanha para ajudar crianças com câncer (ou seria para adquirir câncer).
Veja as fotos do protesto -> aqui

Participe do Boicote... pois é triste saber de empresas INFELIZES como esta!

Odeio TUDO isto!!!!!!!!!!!!

Não caia nesta! Saia desta VOCÊ TAMBÉM!
Faça a SUA parte!

domingo, 6 de setembro de 2009

DEVO CRUZAR MEU CÃO OU MINHA CADELA?


Todo mundo que tem uma fêmea pensa em cruzá-la ao menos uma vez. Ter uma ninhada parece coisa legal ­ mas cuidar de uma ninhada não é tão legal quanto parece. Criar cães envolve muito mais trabalho e responsabilidade do que as pessoas estão dispostas a ter. Antes de cruzar sua cadela, aqui alguns pontos importantes a considerar: Será que todos os filhotes encontrarão lares bons e permanentes? Estatísticas dos Estados Unidos falam que a cada hora nascem cerca de 2500 filhotes e 450 seres humanos. Portanto desde o nascimento, só um em cada quatro filhotes terá chances de encontrar um bom lar. Encontrar um lar permanente é ainda mais difícil somente um em cada 10 cães permanecem com seus donos originais por toda a sua vida. Cinco trocarão de dono antes de completar um ano de vida. E o saldo terminará em abrigos, abandonados ou indesejados. Mesmo que seu cão seja um cão de raça caro, seus filhotes estão sujeitos às mesmas estatísticas. Milhões de cães serão sacrificados anualmente em instituições ao redor do mundo já que não há lares suficientes para abrigá-los. Há tantos animais abandonados hoje em grandes cidades, que os legisladores já pensam em coibir ou limitar drasticamente a criação de cães.


Suas responsabilidades como criador/doador: você é pessoalmente responsável por cada filhote pelo resto de suas vidas. Sua responsabilidade não cessa no ato da venda/doação do filhote­ é bem aí que essa responsabilidade começa! Você é que vai ter que saber exatamente onde esses filhotes estarão daqui a seis meses, um ano ou cinco anos, e saber se os mesmos estão recebendo a atenção necessária. Você será responsável por todos os filhotes não vendidos/não doados e receber de volta aqueles que serão devolvidos após terem crescidos e seus donos não mais os quererem. Como somente um em cada 10 filhotes ficará com seu dono original por toda a sua vida, você terá que estar preparado a receber de volta uma boa parte de sua ninhada. A hora de se preparar para isso é agora ­ antes de trazer novos filhotes para esse mundo, não depois. Você terá espaço para esses cães? Tempo para cuidar deles? Parece que ter uma só ninhada não terá grande efeito sobre a população canina em geral ­mas se sua cadela tiver uma só ninhada de quatro filhotes e cada filhote produzir mais quatro filhotes, em 7 anos teremos 4.000 descendentes! "Somente uma ninhada" tem sérias conseqüências! Você terá que aprender a escrever e exigir cumprimento de um contrato que exige que os donos dos filhotes castrem os mesmos. Você tem a responsabilidade perante seus filhotes e seus donos de criar cães os mais saudáveis, física e mentalmente. Todas as raças possuem problemas genéticos e de temperamento específicos que podem ser passados aos seus filhotes. Muitos defeitos hereditários estão "escondidos" apesar de que seu cão possa não apresentá-los, ele poderá estar programado geneticamente a transmiti-los a seus filhotes. Sem exames caros e complexos e um estudo aprofundado de pedigrees, você poderá facilmente estar produzindo filhotes que serão uma dor de cabeça para seus donos e um peso financeiro para você. Criadores sérios avaliam seus padreadores e suas matrizes para encontrar evidências de displasia, doenças oculares, de coração, de tireóide, hormonal, de pele, alergias e problemas de coagulação antes mesmo de pensar em fazer um cruzamento. Como criador você deve estar preparado para dar garantias aos novos donos que os filhotes estão livres das doenças hereditárias típicas da raça quando atingirem idade adulta. Isso pode significar o reembolso de dinheiro daqui a alguns anos ou ter que oferecer um novo filhote sem custo. Com nova legislação, criadores sem experiência poderão estar reembolsando até três vezes o valor recebido hoje daqui a três anos, adicionado de despesas veterinárias, correção monetária e multa. E temperamento também está sujeito a garantias. Você poderá ser processado se o filhote que você vendeu ontem morder alguém amanhã. Você terá que estar presente para dar aos donos conselhos sobre treinamento e comportamento. Você é o "suporte on-line", 24 horas por dia, 365 dias por ano, para os novos donos, e isso pelos próximos 10 a15 anos! Ter uma ninhada sai caro: Criar uma ninhada exige um considerável investimento de tempo e dinheiro que certamente não voltará sob forma de lucro. Depois virão os exames pré-natais, ultra-som, exames pós-parto, vacinação e vermifugação, remoção de ergot (5ª unha), alimentação adicional para a mãe, equipamento como caixa de parto, cercado, etc. Partos com complicação são mais comuns do que se imagina(especialmente se for o primeiro parto da cadela). E problemas durante o parto poderão custar a vida da cadela! Você pode calcular uma taxa de mortalidade de 25% para os recém-nascidos, mesmo fazendo tudo corretamente. E defeitos de nascimento como palatos abertos são comuns. Depois disso virão custos para anúncios para a venda dos filhotes. Mesmo criadores de cães campeões raramente obtém algum lucro na sua criação.

Antes de continuar a ler, pense bem sobre as razões que fazem você desejar criar uma ninhada. Aqui algumas das mais comuns: "A natureza fez com que os animais procriassem". Não é mais a natureza que controla a carreira reprodutiva dos nossos animais de estimação as pessoas é que o fazem. A natureza age de maneira bem diferente. No ambiente selvagem a natureza se encarrega que somente os filhotes mais fortes e espertos sobrevivam para criar novos descendentes. E a natureza só permite às cadelas ficarem férteis quando há alimento suficiente e um ambiente seguro, para garantir a sobrevivência da ninhada. Nós humanos permitimos que nossos animais procriem a qualquer tempo, tenham um futuro assegurado ou não. "Estamos fazendo isso pelas crianças". Assistir ao milagre da natureza não é tudo aquilo que se diz. É um acontecimento cheio de sujeira e sangue e quase sempre acontece no meio da noite. É doloroso para a cadela e seu sofrimento pode ser mais do que você deseja que seus filhos assistam. Existem vídeos e livros que mostram às crianças o milagre do nascimento sem os custos e a responsabilidade de criar novos cães. "Queremos um outro cão igual a este". Os filhotes terão 50% de chance de puxar traços do outro cão! Seu cão é único e especial. As leis de hereditariedade impedem que dois seres sejam idênticos. A maioria das qualidades que fazem sua cadela tão especial é adquirida, não herdada. "Queremos ficar com um filhote". É bem mais barato e mais fácil comprar ou adotar um novo filhote do que criá-lo você mesmo! "Todos nossos amigos querem um filhote". Qualquer pessoa que viu sua cadela quando filhote dirá que "um dia" vão querer uma igual. Mas esse dia raramente coincide com a época em que os filhotes estão prontos para ir aos seus novos lares. Você ficará surpreso de quantas pessoas subitamente não tem tempo disponível para um filhote no momento ou não estão dispostas a pagar o preço que você está cobrando. Não conte com promessas vagas! Encontrar lares adequados para os filhotes é mais difícil que parece. Nem todo mundo deve ou pode ter um cão e é quase impossível saber a diferença entre um bom e um mau dono. Você terá que ter uma grande capacidade de julgamento de caráter e estar disposto a investir tempo considerável para conhecer melhor as pessoas às quais você planeja vender/doar um filhote. Será que eles tem a experiência para criar e treinar um filhote? "Ela precisa ter uma relação sexual"... Ou ..."Ele precisa abaixar o facho" Não nos dos casos. O sexo dos animais é controlado por hormônios. Não existe amor, emoção ou pensamento envolvido. Uma fêmea somente "pensa" em sexo quando está no cio e ela esquece isso assim que o cio passa. E os machos somente pensam em sexo ao estarem próximos de uma fêmea no cio. Deixar o macho cruzar não vai "abaixar o facho" ­ vai sim fazê-lo ficar pior. Ficará mais territorial e agressivo perante outros cães, poderá voltar a sujar dentro de casa e poderá ficar incontrolável caso haja uma fêmea no cio próximo à sua casa . O macho que nunca cruzou desconhece e não sente falta de cruzar. "Abaixar o facho", seja de um macho ou de uma fêmea, é questão de maturidade e treinamento e não de cruza. Não existe fundamento na sabedoria popular que cães devem cruzar ao menos uma vez antes de ser castrados. Se algum veterinário der esse conselho, tenha certeza que ele está atrasado no tempo. Pesquisas demonstram que castrar cães ainda filhotes não causa nenhum efeito negativo. Castrar uma fêmea antes do primeiro cio pode prevenir alguns tipos de câncer e infecções urinárias sérias. E castrar um macho não tira sua masculinidade. Muito pelo contrário, esse macho se tornará um animal mais fácil de ser treinado e possibilitará que ele canalize sua energia para atividades mais construtivas. "Queremos recuperar o investimento em nosso cão" Como dito acima, será muito difícil obter algum lucro na criação. Criar uma ninhada certamente resultará em prejuízo. Você provavelmente comprou um cão para ter um companheiro e ter prazer. Mesmo tendo pagado R$500,00 isso é um investimento de somente R$50,00 por ano, se o mesmo viver 10 anos, ou seja, menos que R$1,00 por semana. Será que o companheirismo e amor que ele retorna não vale mais do que isso? Aprendendo a criar com responsabilidade: Se você assim mesmo acha que possui razões excepcionalmente boas para usar seu cão para criação e para toda a responsabilidade que isso envolve, seu trabalho está somente começando.

Procriar cães hoje em dia é assunto sério. Antes de seguir adiante, visite o Centro de Zoonoses mais próximo à sua casa e veja o que acontece com cães que foram criados por pessoas que pensavam que seria "divertido" ter uma ninhada. O ''milagre da morte" pela eutanásia é tão educador quanto o "milagre da vida". Se você assim mesmo decidir criar cães, esteja ao menos consciente das conseqüências. Valerá a pena? Na maioria dos casos, a resposta é não. A decisão de NÃO cruzar seu animal de estimação é uma das decisões mais inteligentes, educadas e profundas que você pode fazer. Pense nisso e releia todo esse texto. E só depois decida.

Dieter Gogarten

fonte: Guia Vegano (leia aqui)

Leia também:

Mitos e verdades sobre a castração

Florianópolis 'exporta' programa de castração para cães

sábado, 22 de agosto de 2009

Você compra casaco de pele?






Conheça melhor a gravidade do problema:

A moda de transformar animais em casacos é do século XIX. Os vestidos de festa cobriam pouco o corpo das mulheres e eram fracos para enfrentar o inverno europeu. Para cobrir os ombros, as senhoras da sociedade começaram a usar peles macias de animais como raposas, martas, lebres, chinchilas e visons. As peles eram reluzentes e combinavam com o estilo de tecidos nobres usados naquele tempo. O hábito de usar peles se consagrou no século XX, que provocou uma devastação sem precedentes, com muitos animais, entre eles filhotes, sendo mortos até a quase extinção. (fonte: Mundo Gump)

De acordo com a tabela internacional, para se fazer um casaco de pele 7/8 (até o joelho) são preciso:

24 a 30 raposas.
=

30 a 40 focas ou lontras.
=

40 a 50 coelhos ou lebres.
=

60 martas.
=

Cerca de 200 chinchilas.
=

Mais de 400 esquilos.
=

65 a 70 visons.


Entre 10 e 12 Filhotes de foca que nem desmamaram ainda.
=






E se você fosse morto(a) por causa de um casaco de pele?











Está aqui o resto do seu casaco de pele!



Pense nisto!

Muitas pessoas não entendem o verdadeiro valor de uma "pele", mas o fato é que para fazer um simples casaco de pele, dezenas de animais pagam com suas vidas em nome da vaidade humana. Animais que são impiedosamente tirados de seus habitats, de seus filhotes, de seus pais. São presos por armadilhas, afogados, eletrocutados, envenenados em fazendas de pele.

Os animais podem ficar por muitos dias presos às armadilhas até que os "assassinos" venham buscá-los.

1 a cada 4 animais consegue escapar, porém com suas patas arrancadas ou mutiladas mas morrem depois por perda de sangue, febre ou gangrena.

Todos os anos milhares de gatos, cachorros, cervos, linces e outros animais, inclusive animais já em extinção são mortos ou ficam aleijados pelas armadilhas.

Estas mortes são qualificadas pelos "peleiros" como "Trash kills". A tradução literal seria algo como: "matanças de lixo"

Alguns animais, especialmente as mães ao verem seus filhotes presos às armadilhas, desesperadas chegam a arrancar as patas de seus filhotes para tentar salvá-los e vê-los livres.

Os animais ficam confinados por dias, esperando para serem mortos em jaulas de menos de um metro, e com até 4 animais por jaula sem cuidados veterinários e sujeitos às condições do tempo, altas temperaturas no verão, e frio intenso no inverno.

Alguns animais acabam por enlouquecer, e até praticando o canibalismo.

Para executar as mortes sem danificar suas peles, os animais são mortos por gás, envenenamento por estriquinina ou tem seus pescoços quebrados.

Outro método muito usado é a eletrocussão anal, onde são colocados grampos nas orelhas do animal, e um bastão metálico no anus por onde recebem uma descarga elétrica. Devido o grande sofrimento que causa esta descarga elétrica o animal tem uma parada cardíaca, e geralmente volta à consciência em alguns minutos. Estes métodos não são 100% efetivos e em muitos casos o animal acorda e ainda está consciente enquanto está sendo esfolado.

Todo casaco de pele representa intenso sofrimento de várias dúzias de animais: raposas, minks, chinchilas, etc...

Estas crueldades só terminarão quando o público se conscientizar, parar de comprar e de usar produtos de pele.

Para fazer um casaco de pele são necessárias 30 raposas.

Então se você está pensando em comprar um casaco de pele, não o faça. Por que não importa quantas razões você tem para vestir um...há 30 boas razões para não vestir.

Existem várias organizações que lutam contra a matança de animais. Uma delas é a "PETA" (People for the Ethical Treatment of Animals)

Seus integrantes são incansáveis na luta pela causa animal. Foram eles que invadiram a passarela enquanto a brasileira Gisele Bündchen desfilava em novembro de 2002. Com cartazes dizendo "Gisele escória da pele" os ativistas mostraram repúdio a atitude da modelo que fez campanha publicitária para fabricantes de casacos de pele.

Para saber mais informações sobre "PETA" acesse o site.

Vamos fazer nossa parte.

Divulgue!

fonte: Pet Vale

CAMPANHA VISTA SUA PRÓPRIA PELE, NÃO A DELES!





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sábado, 15 de agosto de 2009

Cesárea Humanizada


A Cesárea é um problema ou solução?

A gravidez e o parto, são atos naturais e fisiológicos que acontecem naturalmente, sempre foi assim!
É algo inexplicavelmente maravilhoso que te permite ter teu filho nos braços, abraçá-lo, beijá-lo, amamentá-lo e querê-lo!

Escolher por um parto natural (sem intervenção) e ainda com o parceiro (pois o bebê é do casal), é criar um laço forte em família!
É a melhor maneira para trazer um serzinho (seu bebezinho) tão inocente, para este mundo cheio de desamor!
É a primeira melhor maneira de apresentar o mundo a ele e dar força para ela (a criança) ser forte e sem medo neste mundo!

O parto natural é a mulher quem escolhe, todas são capazes de parir naturalmente, está na natureza feminina!
É a mulher quem vai fazê-lo com decisão (para sanar medos e automaticamente dores), com força, energia e carinho!

Se o nascimento Natural é tão belo e te permite crescer como mãe e mulher, então por quê se fazem tantas cesáreas? Você nunca pensou nisto?

Precisamos parar com esta manipulação!

Cesárea existe para salvar vidas e NADA mais!

Mamãe, NUNCA aceite uma cesárea desnecessária!
E se caso precisar, então vamos humanizá-la!

Um Lindo Vídeo explicativo! As grandes diferenças...
Se puderem vejam tudo, pois embora assuste a forma da cesariana comum, ao final mostrará a possibilidade de uma CESÁREA HUMANIZADA CASO REALMENTE NECESSÁRIA!


 
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